Sentimentos e emoções à flor da pele

Sentimentos e emoções á flor da pele podem contribuir para a DTM

Sentimentos e emoções à flor da pele

As emoções são o resultado da nossa percepção diante das circunstâncias da vida, sejam positivas ou negativas, sendo que essas últimas quando mal administradas podem causar desequilíbrios como depressão, estresse, acessos de fúria, síndrome do pânico etc… Devemos entender, porém, que a raiva, o medo e a tristeza são sentimentos naturais do ser humano e, na verdade, não devem ser reprimidos, mas observados para percebermos o que estão tentando nos mostrar. Geralmente, esses sentimentos estão ligados a aspectos da nossa personalidade que precisam vir à tona, serem compreendidos e trabalhados para que a partir daí possamos agir de forma mais equilibrada.

Devemos nos observar sempre e nos questionarmos de forma objetiva, numa postura de receptividade e abertura para as revelações que possivelmente teremos sobre nós mesmos. O medo, por exemplo, é um sentimento primitivo ligado ao instinto de sobrevivência, mas também está ligado à ilusão de separatividade, ao não-reconhecimento da nossa origem. Isso resulta de certa maneira em baixa autoestima, sensação de desamparo, abandono e fragilidade diante das questões da vida
As noites em claro enfraquecem as defesas naturais do organismo, prejudicam a produção de alguns hormônios e estão intimamente vinculadas à reincidência da depressão.

Estresse nada mais é do que uma descarga bioquímica que prepara o corpo para a ação.
O reflexo automático diante de um problema está nos nossos genes para evitar que sejamos feridos.

Cérebro
Fase de alerta:
Recebe doses mais altas de substâncias químicas excitatórias — como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. O pensamento e os reflexos são aguçados e as pupilas se dilatam para melhorar a visão.
Estágio crônico:
Há liberação do hormônio do estresse (cortisol) que acelera o funcionamento do coração e dos pulmões. Em excesso, causa danos no hipocampo e prejudica o raciocínio.

Respiração
Fase de alerta:
Fica mais rápida para levar oxigênio extra ao sangue.
Estágio crônico:
Fica ainda menos profunda, reduzindo a entrada de ar. Essa respiração superficial deixa a pessoa mais ansiosa e ofegante. Tal estado pode agravar crises de asma ou outras doenças respiratórias.

Músculos 
Fase de alerta: recebem sangue e oxigênio acima do normal e se contraem para melhorar a performance durante a ação. É como se o corpo se preparasse para uma luta, com o aumento da potência muscular.
Estágio crônico: a tensão constante causa dores, principalmente no pescoço, costas e ombros, e um cansaço exagerado.

A dor miofascial é causada por estresse anormal sobre os músculos. É uma condição de dor crônica que afeta as fáscias (tecido conjuntivo que recobre os músculos). A dor miofascial tende a ocorrer em pontos-gatilho (Pg que são pontos de inflamação dentro dos músculos)), permanecendo localizada. O padrão de dor e sensibilidade referidas do paciente é frequentemente fundamental para identificar o(s) músculo(s) responsável(s) pela síndrome da dor miofascial.
A dor miofascial é frequentemente causada por tensão, espasmo ou fadiga também dos músculos mastigatórios. O ranger dos dentes, o apertamento da mandíbula, estão relacionados com a dor miofascial e podem provocar terríveis dores de cabeça.

Nos pacientes com dor crônica, o sistema nervoso simpático ajusta-se à condição dolorosa, com redução da hiperatividade. Entretanto, várias alterações psicológicas e de outras origens frequentemente se desenvolvem, incluindo aumento da irritabilidade, depressão mental, preocupação com o corpo e afastamento dos interesses externos.

Também os distúrbios emocionais são frequentes, como a angústia exagerada, a ansiedade e a depressão. O choque também pode fazer com que as pessoas se isolem e se sintam solitárias.

Dor de cabeça constante, grande incômodo ao mastigar, zumbido no ouvido e irritabilidade fácil são sintomas de um problema pouco conhecido, mas que apresenta, só no Brasil, sete milhões de novos casos por ano. A disfunção, conhecida como DTM, está entre as que mais colaboram com a queda de qualidade de vida e se torna um tormento.

FATORES DESENCADEANTES DAS CEFALEIAS TIPO TENSIONAL:

Tensão emocional, estresse, ansiedade e depressão.

Mas a relação entre causa e efeito ainda não está clara. A tensão emocional é o fator desencadeante mais comum, ocorrendo com a mesma frequência na cefaleia tipo tensional (CTT) e na enxaqueca. Na cefaleia tipo tensional crônica, estudos têm demonstrado altos níveis de ansiedade e depressão. Só um especialista em DTM e Dor Orofacial após os exames necessários para um diagnóstico correto, poderá iniciar com você um tratamento para DTM, a qual pode causar uma cefaleia tipo tensional crônica, com dores de cabeça terríveis.